Modelado 8 - T. da Bruxa





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Truff 8 - T.D.A.




A SOCIEDADE AMIGOS DO BALÃO, ora representada pelo seu Diretor Presidente, o qual subscreve a presente, vem a presença de Vossa Senhoria, requerer DIREITO DE RESPOSTA, em face da reportagem publicada nesse respeitável RJTV, 1ª. Edição, no dia 20/JUN/2007, com o teor constante do vídeo: http://video.globo.com/Videos/Busca/0,,7959,00.html?f=programa%3ARJTV&o=1
Continua abaixo:
As nossas leis Constitucionais e infraconstitucionais, dizem que:
Constituição Federal:
Art. 5o,V:
“ é assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem;”
Lei n° 5250/67 artigos 29 e 30:
“Art. 29. Toda pessoa natural ou jurídica, órgão ou entidade pública, que for acusado ou ofendido em publicação feita em jornal ou periódico, ou em transmissão radiodifusão, ou cujo respeito ou meios de informação ou divulgação veicularem fato inverídico ou errôneo, tem direito a resposta ou retificação.”
“Art. 30. O direito de resposta consiste:”
“I – na publicação da resposta ou retificação do ofendido, no mesmo jornal ou periódico, no mesmo lugar, em caracteres tipográficos idênticos ao escrito que lhe deu causa, e em edição e dia normais;”
“ II – na transmissão da resposta ou da retificação do ofendido, na mesma emissora e no mesmo programa e horário em que foi divulgada a transmissão que lhe deu causa;”
Continua abaixo:
Código Civil:
Art. 186. Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito.
Diante do exposto, requer que Vossa Senhoria conceda de forma amigável, ou seja, que se evite a busca da tutela jurisdicional do direito violado, o direito de resposta, na mesma proporção do agravo, que consiste no seguinte teor:
A Sociedade Amigos do Balão, no legitimo direito de defesa, manifesta o que pensa sobre o novo ato da campanha sistemática da mídia contra nossas tradições, nosso folclore e nossa cultura.
Malgrado reporta-se uma vez mais à TV Globo. Os artífices do balão junino foram atacados injustamente por meio de reportagem levada ao ar pelo RJTV nesta quarta-feira, dia 20 de junho de 2007.
Não se protesta quanto ao objeto da notícia, que se traduz em orientação aos pais e responsáveis quanto à manipulação de fogos de artifícios pelas crianças. Também não se está contestando quanto aos riscos que a soltura de fogos de artifícios apresenta, quando operada por pessoas inexperientes, negligentes ou sem a noção de riscos para a própria integridade física ou de pessoas próximas.
Continua abaixo:
O balão junino é um dos ícones da cultura brasileira e juntamente com os seus artífices vem sendo massacrado diuturnamente em meio a um turbilhão de inverdades, particularmente envolvendo defesa do meio ambiente, com aplicação de uma lei. Protesta-se sim, pela forma como a notícia foi veiculada. Sempre falando sobre os riscos dos fogos de artifício e dentre as imagens exibidas a da soltura de balões juninos, buscando incutir na idéia do telespectador um estreito vínculo entre o balão e os fogos de artifício injusta e que pune pela presunção, como se a arte do balão fosse um crime contra a sociedade brasileira e a nossa pátria. Sabe-se perfeitamente que alguns balões vão ao ar com alguns fogos, mas isso é raridade e apenas as pessoas que dominam tal técnica se predispõem a exercitá-la. A forma como a TV Globo veiculou a notícia "Bem-Estar: acidentes em festas juninas" seria o mesmo que vincular, indiscriminadamente, o avião, o automóvel e a embarcação aos engenhos de guerra e armamentos, quando na realidade essas máquinas existem para o lazer e conforto do ser humano. A sua utilização para outros fins é excepcional.
No bojo da notícia foi informado que no ano de 2006 cerca de 570 pessoas foram atendidas nos diversos órgãos de saúde do RJ com lesões produzidas por fogos de artifício, sendo que mais de 50% se referem a crianças entre 1 e 9 anos de idade. Isso é suficiente para ilustrar que a manipulação inadequada dos fogos de artifício causa os acidentes, mas eles não se vinculam aos balões juninos, pois as crianças dessa idade não estão aptas a soltar balões.
A Sociedade Amigos do Balão (SAB) defende o balão junino regulamentado, responsável e legalizado, tal como ocorre com outras obras do ser humano, podendo exemplificar o automóvel, o avião, o balonismo, o vôo livre (asa delta), o pára-quedismo, a radiodifusão, etc.
Assim, por derradeiro, lamenta que brasileiros, motivados por influência externa, venham atacar as tradições do povo brasileiro e desvalorizar um dos seus bens culturais, o balão junino.
Os baloeiros estão sendo alvos de uma cruzada injusta e cruel, mas não irão se deixar abater, assim como foram os cristãos há alguns séculos perseguidos pelos imperadores romanos e seus subservientes. O Cristianismo não morreu e o balão junino não deixará de existir.
Sociedade Amigos do Balão
Nestes Termos,
Pede providências.
Rio de Janeiro, 21 de Junho de 2007
Humberto Pinto, Cel
Dir. Pres. Da SAB
A Sociedade Amigos do Balão, no legitimo direito de defesa, manifesta o que pensa sobre o novo ato da campanha sistemática da mídia contra nossas tradições, nosso folclore e nossa cultura.
Malgrado reporta-se uma vez mais à TV Globo. Os artífices do balão junino foram atacados injustamente por meio de reportagem levada ao ar pelo RJTV nesta quarta-feira, dia 20 de junho de 2007.
Não se protesta quanto ao objeto da notícia, que se traduz em orientação aos pais e responsáveis quanto à manipulação de fogos de artifícios pelas crianças. Também não se está contestando quanto aos riscos que a soltura de fogos de artifícios apresenta, quando operada por pessoas inexperientes, negligentes ou sem a noção de riscos para a própria integridade física ou de pessoas próximas.
Não se busca colocar argumentos que se traduzam em ignorar os acidentes causados pela operação desqualificada de soltura de fogos, haja vista o ocorrido na praia de Copacabana, durante os festejos de passagem de ano.
Protesta-se sim, pela forma como a notícia foi veiculada. Sempre falando sobre os riscos dos fogos de artifício e dentre as imagens exibidas a da soltura de balões juninos, buscando incutir na idéia do telespectador um estreito vínculo entre o balão e os fogos de artifício. Isso não é verdade! Não existe tal vinculação.
O balão junino é um dos ícones da cultura brasileira e juntamente com os seus artífices vem sendo massacrado diuturnamente em meio a um turbilhão de inverdades, particularmente envolvendo defesa do meio ambiente, com aplicação de uma lei injusta e que pune pela presunção, como se a arte do balão fosse um crime contra a sociedade brasileira e a nossa pátria. Sabe-se perfeitamente que alguns balões vão ao ar com alguns fogos, mas isso é raridade e apenas as pessoas que dominam tal técnica se predispõem a exercitá-la. A forma como a TV Globo veiculou a notícia "Bem-Estar: acidentes em festas juninas" seria o mesmo que vincular, indiscriminadamente, o avião, o automóvel e a embarcação aos engenhos de guerra e armamentos, quando na realidade essas máquinas existem para o lazer e conforto do ser humano. A sua utilização para outros fins é excepcional.
No bojo da notícia foi informado que no ano de 2006 cerca de 570 pessoas foram atendidas nos diversos órgãos de saúde do RJ com lesões produzidas por fogos de artifício, sendo que mais de 50% se referem a crianças entre 1 e 9 anos de idade. Isso é suficiente para ilustrar que a manipulação inadequada dos fogos de artifício causa os acidentes, mas eles não se vinculam aos balões juninos, pois as crianças dessa idade não estão aptas a soltar balões.
A Sociedade Amigos do Balão (SAB) defende o balão junino regulamentado, responsável e legalizado, tal como ocorre com outras obras do ser humano, podendo exemplificar o automóvel, o avião, o balonismo, o vôo livre (asa delta), o pára-quedismo, a radiodifusão, etc.
Assim, por derradeiro, lamenta que brasileiros, motivados por influência externa, venham atacar as tradições do povo brasileiro e desvalorizar um dos seus bens culturais, o balão junino.
Os baloeiros estão sendo alvos de uma cruzada injusta e cruel, mas não irão se deixar abater, assim como foram os cristãos há alguns séculos perseguidos pelos imperadores romanos e seus subservientes. O Cristianismo não morreu e o balão junino não deixará de existir.
Sociedade Amigos do Balão
SOMOS QUANTO AS ESTRELAS NO CÉU
"Pela Descriminalização e Regulamentação do balão junino"
Integrante: Alonso
Estado: SP
Recado: Sejam inteligentes... acabem com as comunidades no orkut! http://vejasaopaulo.abril.com.br/revista/vejasp/edicoes/2013/m0131693.html
Como nas histórias de "Tom e Jerry" de Hanna - Barbera, os baloeiros aparecem fugindo dos seus algozes, perseguidores.
A Revista VEJA, na reportagem, começa com a palavra de dois baloeiros que usam argumentos e mostram convicção, mas se escondem com nomes fictícios:
"Quando acordo e vejo o céu limpinho, azul, bate uma vontade de voltar a soltar balão..." Para o empresário Caio*, o hobby virou saudade. Desde que se casou, há quatro meses, nada mais de balonismo. Foi condição imposta pela mulher. "Antes, participava de todos os festivais e minha turma chegou a soltar um de 50 metros de altura", lembra. Turma é como os baloeiros chamam as suas organizadas equipes. Em São Paulo, estima-se que sejam mais de quarenta – num total de 2.000 praticantes –, cada qual com um nome (Emenda, Abalo, Aliados do Céu, Antigões...) e um emblema. "Balão é coisa que passa de geração para geração", diz o comerciante Leandro*, que há mais de dez anos tem sua turma. "É paixão mesmo, arte."
Por que mostrar nosso rosto? Porque defender o balão é legítimo e legal.Nós, os baloeiros, não somos "Jerry". Nossa segurança, nossa garantia, estão na nossa história, mais de 300 anos de arte, de tradição, de folclore e de cultura popular. Ninguém nos tira essa herança, ela é nossa, pertence ao povo brasileiro. Somos milhões de seres animados pela "força da arte", como diz Leandro* no seu pequeno mas eloqüete discurso. Na dúvida consultem a Constituição do Brasil, de 1988, Art. 5°. e mais.
Outros, reprimidos, em recente passeata, mostraram multidões nas ruas de São Paulo. Onde está a diferença senão na determinação de assumirem os seus gostos, as suas práticas.
Parabéns à Revista VEJA que definiu essa publicação com neutralidade.
Os baloeiros, para vencerem essa contenda, precisam deixar a "toca" para se afirmarem como baloeiros, praticantes de uma arte milenar e universal, o balão das nossas Festas Juninas.
* nome fictício
Abraços.
Humberto Pinto, Cel
Dir.Pres. da SAB
Equipe enche balão em Bragança Paulista: apenas quinze apreensões neste ano
"Quando acordo e vejo o céu limpinho, azul, bate uma vontade de voltar a soltar balão..." Para o empresário Caio*, o hobby virou saudade. Desde que se casou, há quatro meses, nada mais de balonismo. Foi condição imposta pela mulher. "Antes, participava de todos os festivais e minha turma chegou a soltar um de 50 metros de altura", lembra. Turma é como os baloeiros chamam as suas organizadas equipes. Em São Paulo, estima-se que sejam mais de quarenta – num total de 2.000 praticantes –, cada qual com um nome (Emenda, Abalo, Aliados do Céu, Antigões...) e um emblema. "Balão é coisa que passa de geração para geração", diz o comerciante Leandro*, que há mais de dez anos tem sua turma. "É paixão mesmo, arte."
Para os fãs, a atividade pode até ser encarada como arte. Mas é crime. De acordo com a Lei de Crimes Ambientais, de 1998, "fabricar, vender, transportar ou soltar balões que possam provocar incêndios nas florestas (...), em áreas urbanas ou qualquer tipo de assentamento humano" pode render de um a três anos de cadeia. "É algo tão perigoso que a lei criminaliza todas as atividades do processo que leva à soltura do balão", afirma o tenente Marcelo Robis Nassaro, da Polícia Militar Ambiental. Nos últimos cinco anos, 65 baloeiros foram detidos na Grande São Paulo e 210 balões apreendidos. Segundo o Corpo de Bombeiros, 219 incêndios que ocorreram no mesmo período foram causados por eles. No dia 17 de maio, por exemplo, um balão de 8 metros de altura danificou 400 dos 3.800 metros quadrados do telhado do Centro Cultural São Paulo, no Paraíso. O incêndio mobilizou 32 bombeiros.
Danilo Verpa/Folha Imagem
Centro Cultural São Paulo, dia 17 de maio: rombo de 400 metros quadrados no teto
Nos meses de junho e julho, esses trambolhões voadores se tornam mais comuns, pois a prática ainda está associada às festas juninas. O inverno, com ventos frios e pouca umidade do ar, é ideal para que os balões alcem vôos longos e altos. São essas mesmas condições climáticas, aliás, que favorecem os incêndios. "Mais da metade das ocorrências do ano são registradas nos meses de ar seco", diz o tenente Marcos das Neves Palumbo, do Corpo de Bombeiros. Em média, os balões têm 20 metros de altura e custam de 800 a 10 000 reais, dependendo do tamanho, do acabamento e do material empregado. Os mais caros chegam a ser equipados com sistema GPS, o que permite sua recuperação com maior facilidade. Uma turma de baloeiros pode levar um ano para preparar o seu, principalmente por causa dos detalhados desenhos que costumam estampá-los.
Preocupadas com o constante risco de incêndios, as catorze empresas do Pólo Petroquímico do Grande ABC, no limite de Santo André com Mauá, mantêm um esquadrão de sentinelas. Munidos de binóculo, quarenta vigilantes ficam de olho no céu. Quando um balão é avistado, comunicam-se entre si até terem certeza de onde ele vai cair. "Felizmente, nunca registramos nenhuma ocorrência grave", diz Sidney dos Santos, gerente da Associação das Indústrias do Pólo Petroquímico do Grande ABC. "Mas já houve casos em que tivemos de abater o balão no ar com um jato d'água." Em 2001, 113 balões caíram nos 2 milhões de metros quadrados do pólo. Alarmada, a associação decidiu investir em campanhas de conscientização. Está dando resultado: no ano passado, aconteceram "apenas" 27 quedas.
Enquanto a sociedade se mobiliza em ações como essa, a polícia segue fazendo um trabalho de formiguinha (veja o quadro). Flagrar grupos pequenos de baloeiros é tarefa quase impossível. "Só conseguimos chegar a um evento do tipo quando recebemos uma denúncia", admite o tenente Nassaro. A tática que os policiais têm adotado é ficar de olho nos sites das turmas e em comunidades da rede de relacionamentos Orkut. Tanto que, para não dar bandeira, os baloeiros estão evitando divulgar datas e locais de seus encontros na internet. Não custa repetir: é uma atividade clandestina e criminosa, que coloca a população em risco.
* Nome fictício

Escolas estaduais entram na campanha contra fogos e balões "Diga não a fogos e balões em Defesa da Mata Atlântica" é o tema da VII Exposição do Arraial da Central da Cidadania, que tem a participação de alunos e professores de diversos colégios estaduais. A mostra é uma iniciativa da ONG Sentinela Ambiental, em conjunto com organizações parceiras e escolas do entorno da Baía de Guanabara, e acontece até sábado (16/06), das 8h às 19h, no Espaço Cultural Supervia, no Centro do Rio. A exposição apresenta o resultado de sete anos de trabalho, com o foco na proteção e vigilância do meio ambiente, através de arte e reciclagem de resíduos sólidos, além de palestras. Neste ano, foram selecionados cinco trabalhos de cada uma das 40 escolas envolvidas, sendo 21 estaduais, que participaram da Semana do Meio Ambiente. Os melhores trabalhos serão premiados com passeios ecológicos e eletro-eletrônicos. O Espaço Cultural Supervia fica no hall do prédio da Central do Brasil, na Praça Cristiano Ottoni, s/nº, no Centro da Cidade. Mais informações pelo telefone 2218-6206 ou pelos e-mails sentinela.ambiental@gmail.com ou sentinelaambiental@yahoo.com.br.
A SEMENTE SECTÁRIA
SOMOS QUANTO AS ESTRELAS NO CÉU
"Pela Descriminalização e Regulamentação do balão junino"
A "VII Exposição do Arraial da Central da Cidadania", sobre o tema "Diga não a fogos e balões em Defesa da Mata Atlântica", é mais um ato vil na campanha contra o balão e materializa os primeiros passos para aprofundar mais a divisão da nossa sociedade.
E quem são os articuladores, promotores dessa idéia? E os inocentes úteis que se prestam para participar dessa hipocrisia? O que pretendem os segregadores, com mais essa iniciativa? Quais são seus objetivos: potencializar, a curto e médio prazo, mais inimigos? Aprofundar o estado de "guerra civil", já instalado nas nossas metrópoles, tendo agora como alvo os baloeiros?
Quanta hipocrisia. E quiçá teremos, num futuro próximo, mais "balas perdidas" para lamentar.
Na combinação estranha, onde está a orientação pedagógica da Secretaria de Educação do Estado, que se omite diante do fingimento perpetrado pela ONG Sentinela Ambiental que emite conceitos, frutos da imaginação e da especulação, pois não pode olvidar da arte, do folclore e da cultura? Como explicar a ausência dos Diretores das Escolas que não se manifestam contra o pregão da incultura que atinge o seu corpo discente? E a posição dos Professores que são sugestionados a apresentar seus alunos para serem entulhados de falsidades, sendo usados e abusados, por uma organização duvidosa, cujo fim não é bem lícito, na medida em que ameaça o patrimônio da cultura brasileira, onde o balão se insere como ícone da Festa Junina, pertencente ao folclore nacional, e não reagem?
Os alunos, na idade do desenvolvimento da personalidade e da formação do caráter, são vítimas dessa engrenagem promíscua, e, como ouvintes, compulsados para receberem informações aleatórias, sem fundamentação técnica ou científica, servem de cobaias para formação de uma hipotética geração para contrapor os que praticam a arte do balão, sem disporem de referência didática contrária, isto é, originária dos baloeiros, para formarem o seu próprio juízo.
Ora, negar a arte, cercear a liberdade de expressão e corromper a cultura é o caminho mais curto para enfraquecer o tecido social, degenerar comportamentos e desagregar nossa gente, já tão abalada por outros fatores daninhos.
Assim, onde vocês querem chegar, predadores da cultura brasileira!
Com esse ato covarde de envolver nossas crianças, inclusas, nessa obsessão doentia para extirparem um feito da cultura brasileira, herdada, com mais de 300 anos de tradição entre nós brasileiros, inoculando-lhes o vírus da desarmonia? Querem uma sociedade sem rosto, onde as pessoas não tenham gosto, sem vontade e permaneçam amorfas?
Enfim, esse novo plano concebido para negar o balão, não passa de mais um ardil, um grande arranjo para manter a mistificação e estabelecer a cizânia no corpo social.
"QUEM CALA CONSENTE, QUEM SE OMITE PERMITE"
Sociedade Amigos do Balão
Bagdá 9 - Avesso
Truffi 4 - Energia







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Pião 25 - Amizade - terça pela manha - 05/06
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